segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Quanta coisa... quanto tempo...

Olá pessoal,


Sei que vocês andam reclamando da  minha demora para atualizar as postagens, mas eu avisei que seria assim. Demorei um pouco mais agora porque queria que a maioria dos alunos assistissem ao vídeo sobre bullying que postei. 


Bem, mas o dia dos pais foi ontem né? Não postei nada porque estava pensando o que falar sobre esse dia. Não passei o dia dos pais com o meu pai. Infelizmente não foi o primeiro e sei que não será o último, mas me levou a refletir sobre o que falar aqui. Sempre penso um monte de coisas que gostaria de pôr aqui no blog e na maioria das vezes não o faço por preguiça de digitar, ainda mais agora que estou com problema no pc.


Muitas pessoas se perguntam quais ensinamentos do seu pai vão levar pra sempre, que ensinamentos foram transmitidos e realmente assimilados... Eu não aprendi muita coisa com meu pai. Durante muito tempo quando pensava no meu pai pensava sempre nas coisas que ele não tinha feito por mim, nas milhares de oportunidades que a vida deu para que ele mostrasse que me amava... e que ele não o fez.


Nos últimos meses (acho que por consequência dos meus 30 ;) tenho pensado apenas em duas situações em que eu soube que meu pai me amava mesmo (porque sempre achamos o contrário?). Ai, ai, somos tão idiotas quase sempre. Sempre querendo que o mundo gire em torno e por nós.


A primeira foi quando tive que ser internada as pressas por conta de uma cirurgia de emergência. Um frio danado no hospital, dia chuvoso e ar condicionado ligado. Eu estava mais pra morta de frio do que pra morta de dor. Meu pai vendo que o casaco e o lençol não me esquentavam debruçou-se sobre mim tentando me esquentar com seu corpo. Esquentou. Sei que não foi o calor do seu corpo que me esquentou naquele momento, foi sua atitude de amor. Em toda a minha vida, nenhum dos presentes que ele me deu ou venha a me dar será mais profundo e mais valorizado pelo meu coração do que esse gesto de amor. Nenhum presente me fará chorar como a simples lembrança deste gesto o faz (sempre).

Ah gente! Depois dessa lembrança nem lembro da segunda situação... 


Só queria aproveitar o espaço pra dizer: PAI, EU TE AMO!


Queria poder demonstrar mais, conviver mais, curtir e aproveitar mais... 


Não seria eu se não reclamasse um pouquinho né? Então vou reclamar: sou a sua única filhA, então é lógico que como toda mulher quero mais atenção poxa. rsrsrsrsrs (já que não rola um cartão de crédito com limite alto rsrsrsrsrsrs)


kkkkkk


ósculos e amplexos pra vocês


=^.^=


T+

2 comentários:

  1. que massa essa postagem Anne,gostei mesmo ,me identifiquei um pokkinn com o início do texto.

    o resto foi emocionante.... *_*

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  2. Aiin que lindooo.Ameii ^.^
    Tão carinhosa com o papai *--*
    única filha né?
    Cobro tbm por n ter tanata atenção,mas vc sabe o papai sempre sonha com um filho (HOMEM)kkk.

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